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leme leme leme / no mar tudo nebulado / marinheiro se esmarinha pra encontrar a estrela polar o cruzeiro do sul / iça baixa velas varre pede licença pra exu / descruza os caminhos, meu exu / que eu não seja vítima / de timão de tubarão / de corrente marítima
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desbrava os sete
pintando os mares
da carroceria da caminhonete
um barco na rua não basta
pra deixar de ser tiete
e passar a ser pirata
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com as mãos em conchinha
levava as pedras do chão
adentro da orla marinha
depois do trabalho apanha
punhado bom de capim
plantá-lo por toda a montanha
no pacífico deixa recado
iça na bandeira que trouxe:
morrer no mar é doce
morrer no mar é salgado.
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